Depoimento do Casal Gabriella e Guilherme ao Lua Cheia Eventos

Esse final de semana realizamos o casamento da Gabriella e Gustavo, e não poderíamos deixar de postar o depoimento da noiva que acabou de nos enviar via facebook.

Abaixo o depoimento:

Nossa o que falar desse dia mais que especial, nosso 24/10/2015 que ficará para sempre na memória. Não tem como explicar a nossa felicidade desse dia tão mágico, tão especial, me faltam palavras.
Queria deixar aqui registrado o nosso muito obrigado a todas as pessoas envolvidas nesse dia maravilhoso. Obrigada equipe do LUA CHEIA e em especial a Cristina Silva e Márcia Fernandes, nossa, nem tem o que falar do trabalho de vocês. Obrigada pela paciência e carinho conosco, obrigada por realizar nosso sonho, obrigada pela festa maravilhosa.
Deixo aqui também o nosso muito obrigada a nossa família e amigos que estiveram presentes conosco nesse dia único.

Morrendo de saudade desse dia. Ainda fecho os olhos e vivo esse momento único, dia que jamais vai sair de nossas memórias.
Beijos com muito carinho… Gabriella e Guilherme.

 

Depoimento do Casal Ilma e Alan

Por indicação foi que o casal Ilma e Alan nos conheceram. Eles estavam em um relacionamento estável e já tinham uma filha linda, mas a celebração do casamento era algo que faltava para completar aquela linda família. Há 15 meses atrás nos deram a honra e a confiança, e o resultado foi uma linda festa de casamento, e a satisfação dos noivos e convidados.

O desejo de toda família Lua Cheia Eventos, é que essa família que acaba de ser formada, seja repleta de felicidade, amor, paz e prosperidade… Felicidades Noivos!!!

Abaixo o depoimento da noiva:

 

Depois de tanto tempo, finalmente chegou o grande dia e ele foi simplesmente PERFEITO, tudo exatamente como sonhei. Meu muitíssimo obrigada a todos vocês que fizeram nosso dia ser ainda mais especial. Equipe Lua Cheia, em especial a Cristina e também a Márcia pela paciência e por conseguirem fazer com que tudo ficasse exatamente como eu queria!

Já fez o Monograma para o Seu Evento? – Por Eder Fernandes

O que eu mais gosto em um evento social, são os detalhes, a personalização que por mais simples que seja, mostra o carinho e o cuidado com o evento. Os detalhes tem que lembrar de quem é a festa, por exemplo:  uma vez fizemos um aniversário de 15 anos em que as lembrancinhas eram chaveiro com mini-tenis All Star. Ficou o máximo! Embora a lembrancinha tenha sido simples, mas era a cara dela. Isso porque a debutante tinha coleção daquela marca de tênis, e todos que a conheciam sabiam disso, da paixão dela pelo All Star.

Mas o que eu quero tratar aqui não é sobre lembrancinhas, mas sobre a personalização de um casamento, e a utilização de monogramas que muitos chamam de brasão, também é uma forma de personalizar o evento.

O monograma nada mais é que uma sobreposição, agrupamento ou combinação de duas ou mais letras ou outros elementos gráficos para formar um símbolo, o símbolo do casal. Sabe quando você recebe um convite e vê as iniciais dos noivos, ou nos menus na mesa de jantar? Aquilo é que é chamado de monograma. Assim como uma empresa possui um logotipo os noivos possuem um monograma. Portanto, podemos falar então que é a logomarca do casal.

Só para efeito de curiosidade, segundo a história, o uso dos monogramas começou em moedas com as duas primeiras siglas da cidade estampado, isso por volta de 350 a.C., mais tarde essa simbologia foi muito utilizada por artistas e artesãos em pinturas e esculturas da época.

Com o monograma a festa fica mais clássica e personalizada… Muito mais chique… Quando vemos um menu, lágrimas de alegria, lembrancinhas, posse de mesa, com o monograma, demostra o cuidado, os detalhes e a delicadeza com que foi organizado o casamento, a festa de 15 anos, bodas ou até mesmo um aniversário.

Hoje é muito fácil ver monogramas em casamentos e 15 anos, e existem vários modelos e estilos, desde os mais clássicos aos mais modernos, somente as iniciais ou elementos gráficos para compor, coloridos ou monocromáticos. Seja qual for a sua preferência, sempre traz uma personalidade para sua festa. Vale apena fazer…

Alguns  critérios importantes na hora de fazer um monograma:

 

Estilo da Festa

Leve em consideração o estilo da festa, se é clássica, moderna, vintage, rústica, temática. O estilo da festa irá influenciar no estilo, tipologia e forma do seu monograma;

 

Legibilidade

O monograma não deixa de ser uma marca, portanto ela deve ser bonita, transmitir o estilo da festa, além de uma tipologia de fácil interpretação e leitura. Se os convidados precisam “ler uma cartilha” para entender o seu monograma, alguma coisa está errada na construção do mesmo. Escolha fontes que condizem com seu estilo de festa, mas que seja possível leitura e fácil entendimento. Se optar pela utilização somente de simbologia, pense em algo também de fácil entendimento.

 

Aplicação

Onde será aplicado o monograma também é um fator que merece atenção, pois há noivos que personalizam quase tudo, até as taças, guardanapos, porta guardanapos, etc, etc e etc. Portanto os elementos que compõe o símbolo do casal tem que ser bem pensado para na hora de bordar, silkar, ou até mesmo imprimir ser de fácil aplicação.

 

O Lua Cheia Eventos possui um excelente trabalho de orientação e assessoria através de nossas cerimonialistas que são especializadas na organização, produção e condução de festas de casamento e 15 anos. Entre em contato: www.luacheiaeventos.com.br – 16 3234-5296 / 16 99328-6446 (WhatsApp)

Até a próxima dica

(Eder Fernandes – Coaching de Eventos e Diretor do Lua Cheia Eventos)

 

O que é melhor, Rasteirinhas ou Chinelo estilo Havaianas na Festa???

Essa semana, uma noiva muita querida, a qual assessoramos em toda construção de seu casamento, me fez a seguinte pergunta: “Eder, o que é melhor para distribuir na minha festa de casamento, rasteirinhas ou havaianas?”

Achei muito boa essa pergunta e resolvi escrever esse post para esclarecer algumas dúvidas quando a distribuição desse tipo de “lembrança”, hoje muito usado nas festas de casamento aqui no Brasil.

Chega um certo momento que a pista de dança de uma festa de casamento ou 15 anos pega fogo (claro que isso acontece quando o DJ é bom…rsrssr), e as mulheres sentem um certo incomodo nos pés por causa do salto alto, daí a ideia de distribuir os chinelos personalizados, pois além de servir como uma lembrança, ajudam muito a pista de dança não ficar vazia, afinal a dor nos pés não será problema.

 

Mas qual seria melhor, a rasteirinha ou as havaianas?

As rasteirinhas normalmente são opções mais em conta, e tem algumas que são muito bonitas, porém muitas mulheres reclamam que escorregam muito, não são tão práticas para ficar dançando. Já as havaianas (e quando falo havaianas não me refiro a marca, mas o estilo de chinelo que existem outras marcas) são mais confortáveis para curtir a festa segundo o relato de várias convidadas. As possibilidades de personalização são inúmeras, e grande variação também de cores. Mas noiva, seja qual for a sua preferência, com certeza ao visitar uma de suas convidadas pós-casamento, irá ver muitas utilizando o chinelo ou rasteirinha no dia-dia.

 

Quem recebe esses presentes?

Para complementar esse post e proporcionar mais informação, vale lembrar que esse tipo de presente é só para as mulheres.

 

Como, e qual horário deve entregar as havaianas ou rasteirinhas?

O ideal é fazer um vale conforto (chaveiros como um mini-chinelos, ou pode ser tagzinhas) que são entregues as mulheres no início da festa. Quando ocorrer a abertura da pista de dança normalmente é o momento entregar o presente as convidadas trocando pelo vale conforto. Elas vão até a recepcionista da festa e fazem as trocas.

O vale conforto serve para organizar a entrega e garantir que não serão entregues 2 pares para uma convidada enquanto outra fica sem, que seria motivo de chateação.

 

E quanto a numeração, como fazer?

Não é necessário ligar para cada convidada perguntando o número que a mesma calça, é possível fazer uma média que normalmente da super certo, que é o seguinte:

Numeração 34-35 – 10% do número total de mulheres no evento

Numeração 36-37 – 50% do número total de mulheres no evento

Numeração 38-39 – 35% do número total de mulheres no evento

Numeração 40 –       5% do número total de mulheres no evento

Claro que o acerto não é 100%, mas as vezes fica um pouco maior para uma, um pouco pequeno para outra, mas no geral todas as convidadas ficarão satisfeitas.

 

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O Lua Cheia Eventos possui um excelente trabalho de orientação e assessoria através de nossas cerimonialistas que são especializadas na organização, produção e condução de festas de casamento e 15 anos. Entre em contato: www.luacheiaeventos.com.br – 16 3234-5296 / 16 99328-6446 (WhatsApp)

 

 

Depoimento do Casal Rodinéia e Carlos

O Lua Cheia Eventos teve a honra de organizar o casamento dos noivos, agora casados, Rodinéia e Carlos. O casamento deles aconteceu no dia 19/09/2015. Segue abaixo o depoimento de satisfação com o Lua Cheia Eventos:

Quero aqui juntamente com meu esposo agradecer primeiramente à Deus por ter nos abençoado e nos ajudado a realizar um de nossos maiores sonhos que foi nosso casamento! Essa grande realização e satisfação não poderíamos deixar de parabenizar a família Lua Cheia Evento que tanto nos ajudou a realizar esse sonho, cada detalhe, cada palavra, cada pensamento. Márcia Fernandes obrigada pela paciência e determinação que teve conosco, nunca vou me esquecer da nossa conversa na última reunião que tivemos, vc é maravilhosa em tudo o que faz, ameei a minha decoração ficou show, todos amaram e até levaram pra casa..rsrs ainda aguardo nosso bate papo hein kkk. Cristina Silva Criss… Poxa.. O que falar de você… Mulher encantadoraa, que nos cativou tanto .. Sinceramente.. Se não fosse você no início esse sonho se realizaria de outra forma e você nos salvou! Haha.. Obrigada por tudo, por cada conselho que nos deu com esse seu jeito sereno de ser.. Vc não existe mulher..kkkkk Eder Fernandes você nos surpreendeu e o que prometeu pra nós vc cumpriu, vc é um ícone em Ribeirão Preto com esse Buffet MARAVILHOSO.. Só recebemos elogios de tudo o que foi feito pelas mãos de sua equipe.. Todos amaram !! Equipe Lua Cheia, desejo as mais ricas bênçãos do Céu na vida de cada um.. Vcs foram perfeitos e guardaremos pra sempre esse dia especial em nossos corações! (Rodínéia e Carlos)

Organização Lua Cheia Eventos

Rodinéia e Carlos – Organização Lua Cheia Eventos

Por que branco?

A história do vestido está ligada à própria origem do casamento, que surgiu com o objetivo de legalizar uma unidade familiar, seja para a legitimação dos filhos e da herança, o estabelecimento de alianças entre famílias e clãs ou a reunião e troca de bens e riquezas.

De início, as cores eram variadas, contanto que os vestidos fossem suntuosos, luxuosos. Até porque o casamento era visto como um arranjo comercial e o vestido da noiva servia justamente para mostrar à sociedade que as famílias tinham posses.

Os vestidos podiam ser de qualquer cor, inclusive muito se usou vermelho em épocas mais remotas, como na Idade Média (entre 476 d.C. e 1453 d.C.) e em culturas diferentes, como no Japão, Índia e China.

A discrição nem sempre foi sinônimo de bom gosto na moda, tanto que a noiva romana, por exemplo, podia usar um véu vermelho escuro, quase em tom de vinho, sobre uma túnica amarela cor de açafrão. Na Grécia antiga, as mulheres usavam cores escuras, inclusive estampados.

Já o preto predominou na alta Renascença (século XVI), entrando no período barroco (século XVII), diz Míriam, que ensina história da moda. Foi a época em que a Espanha ganhou primazia nos costumes europeus, e a cor mais propícia para se apresentar em uma sociedade extremamente religiosa, inclusive para as noivas, era o preto.

Esqueça o bom e velho preto básico, pois as vestimentas eram pesadas e luxuosas.

Sobre a origem do vestido branco, não há consenso. Registros indicam que a rainha Mary Stuart, da  Escócia, foi pioneira e aderiu ao branco no século XVI. Uma das explicações para a escolha foi que Mary Stuart fez uma homenagem à família Guise, de sua mãe, que tinha a cor branca no brasão.

Outro relato é sobre o casamento da rainha Maria de Médici, da França, no século XVII. Natural da Itália, Maria usou uma vestimenta branca, com detalhes dourados e com decote quadrado, causando rebuliço na corte francesa. Diz-se que, apesar de ser de tradição católica, ela se rebelou contra a estética religiosa que indicava o uso de cores escuras, geralmente preto, e vestidos fechados até o pescoço. Michelangelo atribuiu o branco do vestido de Maria de Médici à pureza da moça, que tinha apenas 14 anos.

Mas o amor romântico faz com que muitos atribuam a origem do vestido de noiva branco à rainha Vitória, da Inglaterra, no século XIX. Isso porque ela foi uma das primeiras nobres a se casar por amor e em um esplendoroso traje, com vestido e véu brancos e sem coroa, o que também foi inédito.

Por ser uma rainha, foi ela quem pediu o marido, o príncipe Albert, em casamento. Depois que o marido morreu, a rainha Vitória só usou preto, por isso se associa a época vitoriana a essa cor.

 

Até a próxima!
Fonte: Terra

O toque do sousplat

Os sousplats, mais conhecidos como “suplá” são aqueles suportes que ficam embaixo do prato. O nome vem do frânces e quer dizer prato de baixo ou suporte de prato. Eles não são somente um item decorativo, apesar de deixar qualquer mesa linda, tem suas funcionalidades: demarca lugares, evitam que caia comida na toalha e que o prato fique escorregadio.

O uso do sousplat não é obrigatório em um casamento. Nós do Lua Cheia trabalhamos com os pratos na mesa, ou seja, a mesa fica marcada e pomposa independente do sousplat, porém o acessório traz sofisticação à mesa.  Veja abaixo que lindo que ficou o casamento da Renata e do Renato, que casaram no nosso espaço. Usamos sousplats de ratam em todas as mesas.

Dica: O sousplat escolhido tem que ser o tamanho certo para a louça, senão ele perderá sua funcionalidade.

Há sousplat de todos tipos: redondos, quadrados, lisos, florais, de prata, de ratam, de miçangas e até de vidro!

 Alguns casais vão além e personalizam:

Pode usar o sousplat sem toalha? Pode! Tomando muito cuidado, porque o risco de errar é enorme.

Noivas do Lua Cheia: Na reunião sobre a decoração de sua festa, converse com sua assessora, caso queira colocar sousplat na mesa. Ela e você acertarão o tamanho e estampa ideal para ficar lindo com a decoração.

Acerte no vinho

Muitas pessoas ficam indecisas e com medo de errar na escolha do vinho para cada evento. Realmente escolher um bom vinho exige delicadeza e atenção ao tipo de comida servida e ao perfil dos convidados.

Alguns cometem o erro de achar que vinhos bons são caros. Há marcas nacionais premiadas internacionalmente.  Para perceber o que mais nos agrada é necessário experimentar, acertar e errar.  Porém, há algumas dicas para termos uma direção. Para comerçar é bom guardar: vinho tinto para carnes vermelhas e vinho branco para carnes brancas.

Para uma escolha mais específica:

Vinho tinto seco leve :  Carnes vermelhas fritas ou grelhadas; Frango assado ou cozido; Pizzas; Carpaccio de carne, Salgadinhos assados ou fritos; Bacalhau temperado  com legumes, batatas e molho; Paella.
Vinho tinto seco encorpado: Carnes assadas;  Queijos de mofo branco (brie, camembert ou caprice des dieux).
Vinho tinto leve: Massas com molho alho e óleo.
Vinho tinto encorpado: Queijos de massa dura (provolone).
Vinho tinto seco: Massas com molho de tomates; Massas com molho de ervas aromáticas; Massas com molho condimentado; Frios em geral; Queijos amarelos (edam, estepe, parmesão, gouda, gruyère).
Vinho branco seco: Massas com molho branco; Saladas em geral ; Entradas; Antepastos; Sardinhas; Queijos cremosos (Rambol); Sushi e sashimi.
Vinho branco seco leve: Peixes em geral (postas ou filé);
Fondues.
Vinho branco seco encorpado: Ostras e mariscos.
Vinho branco doce: Fígado de ganso; Morangos; Bolos; Sobremesas.
Vinho Verde Branco: Bacalhau grelhado ou assado.
Vinho do Porto: Frutas secas; Bolos; Queijos azuis (roquefort); Sorvetes; Sobremesas.

A bebida deve ser servida em taças com haste, que favorecem a apreciação do aroma e não deixa o calor da mão passar para o líquido. Se estiver frio, o vinho tinto deve ser servido na temperatura ambiente, se estiver calor, deve ser colocado na geladeira 20 minutos antes de abrir. Já o vinho branco pode ser colocado na geladeira uma hora antes e para não esquentar enquanto se bebe, é bom um recipiente com gelo.

Aqui no Lua Cheia nós inficamos que a contagem seja feita pelo número de convidados na festa. Uma garrafa a cada 3 pessoas, independente das pessoas que não bebem. Ou seja, se sua festa tiver 200 convidados, a quantidade de garrafas será 67. Essa conta vale para vinho branco frisante, que normalmente, é o mais utilizado em casamentos e eventos sociais em geral.

Temos parceria com uma vinícola, onde nossos noivos podem comprar com desconto. Mais uma exclusividade Lua Cheia.

Madrinhas padronizadas

 A moda das madrinhas personalizadas surgiu com inspiração nos EUA.  Lá também existe o costume das daminhas serem adultas, (mas isso é assunto para outro post!).  Cada uma leva um buquê, como a noiva.

A empresária Fabiana Justus (filha de Roberto Justus) determinou em seu casamento que as madrinhas fossem em tons de nude, e ficou lindo!

A atitude divide opiniões. Algumas pessoas acham ótimo para não correrem o risco com aquela “madrinha sem noção” outras acham desagradável determinar a roupa a se vestir.

O importante, independente de qual seja a escolha, é a organização.

Noivas do Lua Cheia:  Nossa assessora auxilia com todos os procedimentos que devem ser tomados, caso queiram madrinhas personalizadas, e como deve ser a escolha do vestido.  Lembrando que o email é assessoria@luacheiaeventos.com.br

O Casamento e Seus Significados

Alianças: A palavra aliança surgiu por volta do século XV, provavelmente na França e Mary de Burgundy foi a primeira noiva da história a usar uma aliança como sinal de amor e união duradoura. A iniciativa de presenteá-la com um anel de diamantes foi de seu noivo, o Arquiduque Maximilan da Áustria, em 1477.
A forma circular do anel, sem começo nem fim, seria um prenúncio da continuidade do amor e devoção ao longo da vida do casal.
O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda parece ligado a uma crença antiga. Acreditava-se que nesse dedo existia uma veia que ia direto para o coração. O dedo anelar esquerdo tornou-se, assim, o dedo da aliança de casamento em diversas culturas.

Amêndoas: Os italianos acreditam que as amêndoas trazem felicidade aos noivos. São oferecidas cinco, envoltas num tule. Cada uma das amêndoas tem um significado. São eles: saúde, riqueza, vida longa, fecundidade e felicidade.


Arroz: Uma das mais antigas tradições de casamento, o costume de jogar arroz originou-se com os antigos hindus e chineses. Nessas culturas, o arroz era símbolo de frutificação e prosperidade. Acreditava-se que o lançamento de arroz nos noivos após a cerimônia era um oferecimento de fertilidade. Comer arroz e outros grãos garantia saúde, riqueza e felicidade ao jovem casal.

Beijo: O primeiro beijo trocado pelos noivos no encerramento da cerimônia teve diversos significados ao longo dos tempos. Muitas culturas acreditavam que o casal trocava espíritos na respiração e parte de suas almas também eram compartilhadas.O beijo nupcial que se pratica em alguns países teve a sua origem na época feudal. Significa uma homenagem que o noivo fazia à família da noiva.


Bem Casados: Os bem-casados denotam uma doce união.

Bolo: O bolo sempre desempenhou um papel muito importante nas festas de casamento. Antigos romanos partiam um bolo na cabeça da noiva para simbolizar fertilidade ou abundância. Muitas outras culturas jogavam trigo, farinha ou bolo na cabeça da noiva e depois comiam os restos para terem sorte. Os primeiros britânicos assavam cestos feitos com biscoitos, que os convidados levavam para casa, ao final da cerimônia. Os noivos tentavam se beijar sobre estes pedaços. O costume do “bolo da noiva” veio da França. Conta-se que um francês assistiu a um casamento inglês no qual o noivo e a noiva se beijavam por cima de uma mesa cheia de doces. Voltando ao seu país, achou mais interessante fazer, em vez de montes de doces, um só bolo modelado e confeitado.

Bouquet: Para os antigos gregos e romanos, o bouquet era formado por uma mistura de alho e ervas ou grãos. Esperava-se que o alho afastasse espíritos maus e as ervas ou grãos garantissem uma união frutífera. Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no bouquet da noiva, seu temperamento se manteria “doce”.
A entrega do bouquet representa a despedida da noiva, que o atira para repartir com os convidados, num gesto generoso, a sua felicidade.

Flores: As flores de laranjeira são usadas porque os nossos antepassados as consideravam um talismã para assegurar tanto uma família numerosa como a felicidade nupcial.
Os antigos romanos tinham o costume de atirar flores no trajeto da noiva, acreditando que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.

Grinalda: A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior era o símbolo de status e riqueza.

Lua-de-mel: Tem origem no povo germânico, pois era costume se casar na lua nova. Na cerimônia, os noivos bebiam uma mistura de água com mel para proporcionar boa sorte. O costume também poderia ter nascido em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos, para que estes tivessem uma “vida doce”.
A lua-de-mel é também uma sobrevivência do casamento com rapto, quando o marido mantinha a sua “esposa seqüestrada” escondida, para evitar que esta chamasse os parentes em seu auxílio. Lá eles permaneciam por uma fase da lua e bebiam uma espécie de vinho à base de mel para torná-los mais apaixonados.

Noiva do lado esquerdo do noivo: Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse “roubar” a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada, usando o braço direito para o combate. Outros dizem que, quando a noiva fica no lado esquerdo, afasta o risco da infidelidade

Noivo não pode ver a noiva vestida para a cerimônia: É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento, especialmente dos muçulmanos, ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois da celebração do casamento pelos homens é que a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva, para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.

Vestido: A cor branca do vestido de noiva só foi popularizada no século XIX, no casamento da Rainha Vitória. Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho, que simbolizava “sangue novo” para a continuação da família. O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza.

Véu: Hijab (véu) quer dizer, em árabe, “o que separa duas coisas”. O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira para entrar em uma nova vida, a de esposa.
Misticismo e romance cercam o assunto sobre o véu. Originalmente, pensava-se que ele era usado para esconder a noiva de possíveis seqüestradores. Mais tarde, em outra versão, diziam que algo escondido tornava-se mais valioso.
O véu é uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que, na mitologia greco-romana, era a protetora do lar.